Talvez não considerem esse vídeo leve. Mas é simples. A cadeira também.
Praticamente nenhum nem outro tem alguma correlação entre eles. Só achei muito afúdê. Aliás, qualquer coisa que venha da Bauhaus eu deixo uma sacola de adjetivos pra pompar.
O ano terminou estranho e começou bem. Mas com coisas que eu já tava habituado a fazer sem me atolar. Agora pra sair duma cidade pra outra, putz. As vezes esqueço da finalidade desse blog. Como se eu me importasse muito.
Muitas vezes, deixar de fazer algo que faz mal pro corpo físico, astral, mental, entre outros, e que possivelmente alimenta obsessores invisíveis e agricultores ingênuos que só querem garantir o de comer pra família e seu Ford Fusion na garagem. O fato é: Me irritei. Mas passa, tudo passa, até uva passa. Rico som esse né?
Agora, nessa época, diz uma frase comum na TV, grande caixa-idiota que as vezes espalha boas mensagens: “Já chegou o natal, espalhe alegria pelo ar”.
Então, espero que não só na data que está por vir, que todos nós, irmão, seres humanos do mundo tridimensional, que abram o peito, e aprendam a sentir. Sentimento não é viadagem, do contrário, todo grande músico seria. Aos homens duros, amoleçam e peçam perdão, aprendam com as mulheres, que são os seres sensíveis, não fisicamente, mas de sentimento, são hábeis em sentir as coisas. Aos políticos, sintam que tá na hora de vazar! Pra bandidagem, espera só que a hora de vocês vai chegar. Aos que tem habilidade de sentir, mas o sentimento ruim da tristeza e da dor, lembrem, tudo passa, até uva passa! Amigos, irmãos, camaradas, não se apavorem com filmes sobre o fim do mundo, na realidade ele não acaba, ninguem vai desligar o planeta, mas do mesmo, ninguém impede um vulcão de expelir lava, nem de um tornado de girar loucamente pela terra. Assim como tudo, acontece, não é tragédia, é natural. Acreditem então, que mesmo que seja mentira, pois é muito mais fácil do que crer nas mentiras que cremos que vem até nós pelos veículos de comunicação, o amor e alegria são infinitos, e são muitos os pequenos detalhes que nos fazem sentí-los.
Por enquanto é isso, não lhes desejo um feliz natal, lhes desejo um ano inteiro de felicidades, e lembrem de no ano que vem, ser o papai noel de alguém.
Agora pela tarde, assistí o filme “Where The Wild Things Are“. De certa forma acho que não obtive uma compreensão direta do filme e todo o tema. Justamente por isso, fiquei pensando no assunto e no mesmo momento, enquanto vou elucidando e compondo esse post, vou entendendo melhor o filme, a vida e tudo mais. Quase que instantâneo, auto-psiquiatria. Então, deixo no ar uma pergunta sintomática: Aquilo que somos é um resultado de um consciente/realidade coletivo? O imaginário de alguém é sonho, quando muitas pessoas dividem esse mesmo sonho vira coletividade. Então, o que fica no entendimento, é que (a maioria) somos aquilo que querem que nós sejamos. Certo? Quantos aí são advogados por causa da família? Médicos? Engenheiros… enfim. Eu voto pela diferenciação de caráter de cada um de nós. Ao invés de sairmos vestindo terno e gravata, ou algo menos formal pra trabalhar, por que não saímos vestidos de tartaruga, vaca, super-herói, qualquer coisa, algo que não seja comum. Ficamos a vida toda envolvidos em cubos/caixas e até na hora de morrer vamos parar numa caixa. Será que não é o momento de cair fora dela? Eu olhando o trailer do filme que acabei de ver vi um quadro com a frase: “Inside all of us is… Hope” cliquem no link do trailer pra conferir.
Bom, parece que agora é oficial. Aliás, a produção do vídeo é. No Blog do Resting Bird tem material escrito, teasers e tudo mais. De uma certa forma pro negócio da rapaziada que realizou a façanha, que fazem umas camisetas muito loucas (eu gostei). O BoatColecteeve é o oficial dos guris. Não preciso tecer muitos comentários, até pra me abster de opiniões. As vezes fazer o que gosta envolve encarar, literalmente, a merda.
Bah!!! Esse tipo de coisa eu me amarro! Um publicitário muito doido, Ricardo Dullius, aproveitou o “clima” de chuva de hoje pra surfar no arroio dilúvio, no meio na avenida Ipiranga. Olha adimirei. Hehe. Tem um post no site da Zero Hora.
Após 2 temporais aqui na cidade, uma boa imagem pra recompensar os alagamentos aqui de Novo Hamburgo. Um céu cheio de cores, que provavelmente muitas pessoas sequer notam no final de seus dias. Eu quase todos os dias, paro para admirar o céu pela manhã, ou no final do dia, olha a lua. Me pergunto quantas pessoas ainda fazem isso, ou quem sabe, se elas lembram que existe um céu acima de suas cabeças, ou se simplesmente saem do trabalho direto pra casa e nem sequer uma espiada na janela elas dão. Não cabe mim dizer o que eles fazem ou não, presunção é algo que não acho legal, prefiro expor uma foto minha pras pessoas talvez lembrarem de olhar o céu num momento desses.
Hoje pela manhã eu estava desenhando pra poder agregar alguns desenhos bacanas no meu portifólio, pois estou pretendendo atingir grandes empresas na busca de um emprego promissor na minha área. E como sou um eterno apaixonado pelas formas de expressão através do desenho, fui procurar algumas coisas de referência no cardesignnews e no you tube. E aí achei este vídeo que estou postando, de como é basicamente o processo de produção nos entremeios de um projeto de produto. Honestamente, pra mim a hora de desenhar é a melhor, o desenho em si com esboços e arte-final são um meio de se chegar ao fim, pois pensamos com a cabeça e com as mãos. É claro que pra muitos a prática do desenho detalhista e perfeito não é um objetivo nem mesmo uma aptidão. Mas isso fundamentalmente não importa, pois desenho é transpiração, se desenhas pouco não tem como ser um grande ilustrador no Desenho de Produto, o que nem sempre significa que não será um grande Designer. No meu caso, a minha paixão é a expressão através dos desenhos, o projeto é uma consequência, a grosso modo. É claro que o resultado é medido através da pesquisa. Mas chega de papo. Assistam o vídeo.
Esse tempo novo de redes sociais não poderia ser melhor. As coisas que eu gosto de postar aqui eu não preciso ir atrás, elas vem naturalmente até mim. Bueno, do site de variedades de Design e outras coisas DorNop, recebi por seguir o twitter deles um link pra uma matéria no próprio site/blog. Trata-se de um post sobre como se reaproveitar uma mangueira de borracha para fazer uma confortável cadeira. Eu particularmente achei genial, e provavelmente, por estar colocando aqui nesse blog, eu vou fazer uma pra mim. Seguem as imagens.
Não é realmente necessário traduzir o “how to” pois as imagens falam por sí só. Mas resumidamente, são pedaços de compensado cortados de maneira a estruturar a cadeira. Para rigidez, 3 barras de metal são fixadas em pontos a fim de dar estrutura, imagino que sejam ítens que se encontram em qualquer ferragem. Prometo que se eu fizer uma coloco o passo a passo aqui. Obviamente que não vou fazer igual.